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Publicado Em: 07/03/2017

Para a diretoria da Associação, hoje não existe diferenciação entre o trabalho de homens e mulheres no setor, tanto que muitas engenheiras e arquitetas têm conquistado espaço no mercado.

E a própria AEAM é uma prova de que as profissionais realmente têm se destacado. Pela primeira vez em sua história, a entidade é presidida por uma mulher, Keila Regina Uezi, e tem na diretoria outras sete representantes do universo feminino – são nove homens.

Segundo Keila Uezi, a presença de tantas mulheres na diretoria não tem a ver com o fato de ela ser presidente. “Não fizemos a escolha por gênero e sim pelo envolvimento de cada profissional com a Associação e com a disposição de cada um em contribuir para o fortalecimento da categoria”, explica Keila Uezi.

A presidente admite que ainda não há uma igualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho. Um dos principais pontos a serem corrigidos é a questão salarial. Pesquisa da Organização Internacional do Trabalho (OIT), revela que os homens chegam a ganhar 50% a mais que as mulheres nos postos de trabalho mais bem pagos nas empresas. Especificamente no Brasil, uma pesquisa apontou que mulheres com ensino superior ganhavam, em 2015, 38% a menos que os homens.

 “As mulheres vêm buscando se aperfeiçoar e se dedicar cada vez mais as suas profissões. Acredito que chegará um momento em que esta discriminação não existirá”, afirma Keila Uezi.  Para a presidente, a própria participação das mulheres nas entidades