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AEAM é signatária do Pacto Global.

Publicado Em: 26/06/2012

O presidente da AEAM, Altair Ferri, assinou na última sexta-feira, dia 22, um documento que torna a Associação como uma das signatárias do Pacto Global. A adesão foi feita em Ponta Grossa durante a inauguração das reformas da Inspetoria do CREA-PR. O CREA-PR é signatário do Pacto Global desde 2009 e instituiu em março deste ano o CRSC – Comitê de Responsabilidade Socioambiental Corporativa.

Segundo Altair Ferri, o objetivo é concentrar as demandas de ações voltadas à sustentabilidade e as decorrentes dos 10 princípios do Pacto Global, distribuídos em quatro importantes áreas: Direitos Humanos, Relações de Trabalho, Meio Ambiente e Combate à Corrupção. O presidente ressalta que cabe às entidades contribuir na conscientização da sociedade sobre o uso racional dos recursos do planeta. Os documentos assinados em Ponta Grossa foram enviados ao Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon.

Rio +20

O presidente do CREA-PR, Joel Krüger, participou do painel Cidades Sustentáveis: Desafios Globais, Soluções Locais, parte da programação do Fórum de Sustentabilidade Corporativa Rio + 20, realizado no Rio de Janeiro e promovido pelo Pacto Global das Nações Unidas, em parceria com o Secretariado da ONU para a Rio + 20, o Sistema ONU e a Rede Brasileira do Pacto Global.

Krüger apresentou as ações do Conselho dentro do programa Agenda Parlamentar, voltadas à proposição de políticas públicas e contribuição dos profissionais das áreas tecnológicas e entidades de classe para projetos de lei voltados ao desenvolvimento dos municípios paranaenses.

A apresentação fez parte do painel que abordou a Aliança Nosso Paraná Sustentável, apresentado por Eduardo Manoel Araújo, coordenador da Secretaria Regional do Programa Cidades do Pacto Global, e que reúne organizações comprometidas em trabalhar com a construção de cidades e um Estado sustentável em todas as áreas – ecológica, econômica, política e cultural.

O painel teve a mediação de Paul James, diretor do Programa Cidades Sustentáveis do Pacto Global. Também participaram do debate Mounir Chaowiche, presidente da Companhia de Habitação do Paraná; Jorge Miguel Samek, diretor geral brasileiro da ITAIPU Binacional; Padre José Aparecido Pinto, presidente da Ação Social do Paraná; e Lidia Mizote, de Campo Mourão.

Krüger abordou os EBDRs-Estudos de Desenvolvimento Regional, fruto do programa Agenda Parlamentar, desempenhado pelo Conselho em parceria com as entidades de classe paranaenses para colaborar com a gestão pública a partir do conhecimento técnico de seus profissionais. Na pauta, ainda, os EBDMs- Estudos Básicos de Desenvolvimento Municipal, novo processo criado pelo Conselho que faz conexão direta com as Cidades Sustentáveis e contempla propostas de melhorias para os municípios como por exemplo em mobilidade urbana, saneamento, lixo, estradas rurais, acessibilidade, arborização urbana, inspeção predial, dentre outras.

Segundo Krüger, a iniciativa do CREA foi muito bem avaliado pelas organizações presentes pelo poder de articulação com todos os agentes. “Sejam públicos, privados ou representantes da sociedade civil, todos os públicos estão envolvidos com o trabalho e as propostas apresentadas aos gestores municipais”, avalia.
Entre as metas firmadas junto ao programa o CREA-PR desenvolverá 72 EBDMs – Estudos Básicos de Desenvolvimento Municipal e trabalhará para a participação de mais de 2 mil pessoas nas ações da Agenda Parlamentar.

Pacto Global

O Pacto Global das Nações Unidas é uma rede de cidadania corporativa internacional voluntária, criada para promover a cidadania corporativa responsável e princípios socioambientais universais nas áreas de direitos humanos, normas trabalhistas, meio- ambiente e combate à corrupção.

É a maior iniciativa de cidadania corporativa e sustentabilidade de todo o mundo, com mais de 8.000 signatários e stakeholders, espalhados por mais de 135 países. O Brasil é a quarta maior rede do mundo, com 445 signatários. O Paraná tem 77 subscritos.

Princípios do Pacto
1 - Respeitar e proteger os direitos humanos;
2 - Impedir violações de direitos humanos;
3 - Apoiar a liberdade de associação no trabalho;
4 - Promover a abolição do trabalho forçado;
5 - Promover a abolição efetiva do trabalho infantil;
6 - Promover a eliminação da discriminação no ambiente de trabalho;
7 - Apoiar uma abordagem preventiva aos desafios ambientais;
8 - Promover a responsabilidade ambiental;
9 - Encorajar tecnologias que não agridem o meio ambiente;
10 - Combater a corrupção em todas as suas formas, inclusive extorsão e propina.

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